A corrida para o Senado Federal na Bahia em 2026 já movimenta os bastidores da política estadual, com uma disputa que promete ser uma das mais acirradas das últimas décadas. Com apenas uma vaga em jogo, lideranças tradicionais e novos nomes despontam nas articulações, em um cenário marcado por alianças, reviravoltas e forte polarização.

Entre os pré-candidatos mais comentados estão figuras conhecidas do eleitorado baiano. O ex-governador Rui Costa (PT) é cotado como nome forte, com apoio da base governista e do atual governador Jerônimo Rodrigues, enquanto a oposição aposta no ex Deputado Federald e Ministro João Roma, o Ex Deputado Federal Gerson Gabrielli e o Ex Senador Ângelo Coronel, que busca retomar o protagonismo da centro-direita no estado. Outros nomes também surgem como possíveis surpresas na disputa.
Segundo analistas políticos, a eleição para o Senado deve refletir o embate nacional entre os blocos da esquerda e da direita, e pode influenciar diretamente a composição de forças para a sucessão presidencial. “A Bahia sempre teve peso estratégico nas eleições, e o Senado é uma vitrine importante para projetos nacionais”, avalia o cientista político Carlos Freitas, da UFBA.
As primeiras pesquisas de intenção de voto devem ser divulgadas no segundo semestre de 2025. Até lá, os partidos se concentram em costurar alianças, definir nomes e preparar suas estratégias de campanha.
A Redação







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