O sorgo vem ampliando presença nas áreas de segunda safra, especialmente em regiões do Matopiba, em função da adaptação ao calendário produtivo e do potencial de rentabilidade para o agricultor
Presente desde a primeira edição da Bahia Farm Show, a Sementes Oilema vem com novidades na 20ª edição da feira que mais cresce no Brasil, e é considerada uma das principais vitrines de tecnologia agrícola e negócios do país. Trata-se do Oilema 2017, híbrido de sorgo hiperprecoce, desenvolvido para ampliar as alternativas dos produtores que buscam maior flexibilidade no planejamento da safra, além de eficiência operacional.
A empresa também oportuniza a feira para estreitar relacionamento com o cliente. Seu estande foi pensado para ser um ponto de encontro, e este ano ficou ainda maior, com uma varanda confortável para deixar a conversa e os negócios fluírem.
Sorgo
De acordo o executivo comercial da Oilema, Paulo Levinski, a cultura do sorgo vem incorporando ainda mais inovação ao portfólio, graças à crescente participação na matriz produtiva do Matopiba. O híbrido Oilema 2017, já disponível para a próxima safra, pode ser estratégico para produtores que necessitam de ciclos mais curtos e maior versatilidade no manejo da lavoura.
O sorgo vem ampliando presença nas áreas de segunda safra, especialmente em regiões do Matopiba, em função da adaptação ao calendário produtivo e do potencial de rentabilidade para o agricultor. Paralelamente ao avanço da produção, o mercado vem registrando um cenário positivo para a comercialização do grão.
“Estamos acompanhando uma mudança importante na percepção do mercado em relação ao sorgo. A cultura vem conquistando espaço não apenas como alternativa produtiva, mas também como uma oportunidade comercial cada vez mais consistente, impulsionada pela demanda interna e pela abertura de novos canais de exportação”, avalia Levinski.
Segundo o executivo, o Brasil exportou cerca de 75 mil toneladas de sorgo no ano passado. Em 2026, somente a Bahia deverá superar esse volume, impulsionada por contratos firmados com quatro grandes tradings que passarão a atuar na comercialização do grão.
“Quando analisamos a relação entre custo, janela de cultivo e potencial de retorno, o sorgo se mostra bastante competitivo. O produtor tem encontrado na cultura uma alternativa eficiente para compor seu sistema produtivo, o que ajuda a explicar o crescimento do interesse pelo grão”, conclui.







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