Sem dar detalhes, Michelle afirmou que perdoou Carluxo por problemas que tiveram no passado, mas que não quer “conviver” com o enteado devido ao “gênio” de ambos
Guilherme Amado, do Estado de Minas
Michelle Bolsonaro deu uma entrevista em que, pela primeira vez, falou publicamente sobre a relação ruim que mantém com o enteado Carlos Bolsonaro. Sem dar detalhes, Michelle afirmou que perdoou Carluxo por problemas que tiveram no passado, mas que não quer “conviver” com o enteado devido ao “gênio” de ambos.
Em entrevista ao jornalista Alexandre Garcia no fim de semana, disse a ex-primeira dama:
“Ele tem o gênio dele, eu tenho o meu. Ele tem a verdade dele, eu tenho a minha verdade. Eu não desejo nenhum mal pra ele, mas ele é uma pessoa que eu não quero conviver.”
Michelle afirmou que Carlos não teria gostado da diferença de idade de 27 anos entre o pai e ela. Apesar das desavenças, ela disse não proibir o marido de ter um relacionamento com ele.
No final de fevereiro, Jair Bolsonaro já havia dito em conversa com o jornalista Léo Dias que a relação de ambos era conturbada devido a um “problema lá atrás”, sem dar detalhes.
Abin - O diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Marco Cepik, pediu exoneração do cargo. O pedido foi anunciado ontem. Ele será sucedido pelo atual secretário de Planejamento e Gestão da agência, Rodrigo de Aquino.
A transição entre os dois ocupantes da função, que é o cargo "número 2" da agência, deve ocorrer durante o mês de março. A exoneração de Cepik ocorre por motivos pessoais relacionados à atividade de pesquisa dele, que é professor titular do Instituto de Relações Internacionais da Universidade de Brasília (UnB).
Cepik atuou como diretor da Escola de Inteligência (Esint) da Abin entre 2023 e 2024 e, desde então, vinha exercendo o cargo de diretor-adjunto. O professor universitário informou que pretende dar continuidade a projetos acadêmicos e colocou-se à disposição para continuar contribuindo como professor universitário e pesquisador.
Doutor em Ciência Política, ele é um dos maiores pesquisadores do País nas áreas de inteligência de Estado e governança digital É autor de 12 livros, dentre eles "Espionagem e democracia", publicado em 2003.







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