A decisão do Supremo Tribunal Federal de julgar Jair Bolsonaro em meio a uma manifestação de apoio ao ex-presidente, prevista para reunir um milhão de pessoas no Rio de Janeiro, fortalece a narrativa bolsonarista de perseguição política. O ato está marcado para as 10h do próximo domingo, 16, na orla de Copacabana. A informação é da coluna “Maquiavel”, da “Veja”.
Na última quinta-feira, 13, o ministro Alexandre de Moraes aceitou a denúncia da Procuradoria-Geral da República contra Bolsonaro e outros sete acusados de tentativa de golpe de Estado. Poucas horas depois, o ministro Cristiano Zanin, presidente da Primeira Turma do STF, agendou o julgamento para 25 de março.
O evento de domingo, organizado pelo pastor Silas Malafaia, deve contar com a presença dos governadores Cláudio Castro (PL-RJ) e Tarcísio de Freitas (Republicanos-SP), além de aliados e familiares de Bolsonaro. Para defensores do ex-presidente, a rápida tramitação do caso reforça a ideia de que STF e PGR agem com parcialidade e desrespeitam os ritos legais.








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